Um gajo sem qualquer formação em design e que nem sequer sabe desenhar comenta o mundo através de gráficos, cartazes e afins...
sábado, 21 de novembro de 2020
Planta do alojamento «Casa da Varanda Verde»
sábado, 31 de outubro de 2020
Planta do alojamento «Era Uma Vez apartment»
segunda-feira, 26 de outubro de 2020
Planta do alojamento «Montes e Vales no Centro»
segunda-feira, 1 de julho de 2019
Logótipo do alojamento «Casa da Varanda Verde»
sábado, 8 de junho de 2019
III Farol Bike Tour
Logótipo (para ser estampado em t-shirts e num “passaporte”) do III Farol Bike Tour, uma volta em bicicleta pelos faróis da costa continental portuguesa, entre Caminha e Vila Real de Santo António. Evento organizado por um amigo e realizado por ele e por mais alguns efectivos da Divisão de Faróis da Autoridade Marítima Nacional.
As subsequentes edições deste evento usariam (para grande tristeza minha...) o mesmo design, apenas alterando as datas e o número da edição em causa
terça-feira, 28 de maio de 2019
sexta-feira, 21 de dezembro de 2018
quarta-feira, 21 de novembro de 2018
domingo, 28 de outubro de 2018
quinta-feira, 6 de setembro de 2018
Farol «Pigeon Point» (inacabado) — ou como «o óptimo é inimigo do bom»
Trabalhei intensamente (demasiado intensamente...) nesta ilustração durante uns 5 dias. Aprendi por mim próprio muitas técnicas novas (para mim) para obter determinados efeitos.
Desperdicei uma noite a tentar desenhar uma lente de Fresnel que mal se veria no andar superior do farol: trabalho deitado ao lixo.
Nos dias seguintes, por cansaço e excesso de trabalho (aquele que paga as contas...), não voltei a pegar nisto.
Os dias passaram a semanas, as semanas tornaram-se meses.
Quando, mais folgado, tentei retomar o projecto, assustei-me: já não me lembrava de como obter os mesmos efeitos!
E por aí ficámos.
terça-feira, 28 de agosto de 2018
terça-feira, 14 de agosto de 2018
quinta-feira, 9 de agosto de 2018
quarta-feira, 8 de agosto de 2018
terça-feira, 7 de agosto de 2018
sábado, 23 de junho de 2018
sábado, 9 de junho de 2018
II Farol Bike Tour
Logótipo (para ser estampado em t-shirts e num “passaporte”) do II Farol Bike Tour, uma volta em bicicleta pelos faróis da costa continental portuguesa, entre Caminha e Vila Real de Santo António. Evento organizado por um amigo e realizado por ele e por mais alguns efectivos da Divisão de Faróis da Autoridade Marítima Nacional.
Algumas fotos do evento:
Fonte: Pedro Aires @pedroairescom
terça-feira, 15 de maio de 2018
quarta-feira, 25 de abril de 2018
Brasão de Dona Gigi Caetana Ludovina, Baronesa de Rapòtacho
Explicação:
- 2.º e 3.º quadrantes: a Gigi é uma gata absolutamente adorável.
- 1.º quadrante: quando a Gigi está por perto, o mundo é mais quente e luminoso.
- 4.º quadrante: a Gigi a aprender a arte de passar ratecos a fio de espada... (A estrela representa a orientação da sua mestra, D. Bolinha Pêlo-de-Farinha.)
- Mote: «Aqueço e Aprendo», referência ao 1.º e 4.º quadrantes.
- Contra-chefe: a Gigi nasceu a 25 de Abril de 2017, aniversário da Revolução dos Cravos.
- Título nobiliárquico: digamos que há já algum tempo que a Gigi não se enquadra nas medidas 86-60-86...
quinta-feira, 18 de janeiro de 2018
Brasão de Dom Rodolfo Tobias Manuelzinho, Cavaleiro da Dinamarca
Explicação:
O Tobias — como é habitualmente chamado — é o gato que ocupou o lugar deixado vago pelo falecido Bonifácio. As duas balanças reflectem a sua pertença àquela família de advogados, bem como o facto de ele ser o segundo gato do escritório.
Ele é bastante tímido e furtivo: quando não o estão a ver, ele está ali, algures. O gato amarelo parcialmente escondido pelas barras pretas representa isso.
O Rodolfo Tobias Manuelzinho obteve os seus três nomes através de uma típica decisão salomónica: cada nome foi independentemente sugerido por diferentes pessoas, sendo a discussão resultante resolvida atribuindo-lhe todos os três nomes... O leão azul e os corações (copiados do brasão de armas da Dinamarca) e o seu título nobiliárquico (inspirado no livro homónimo de Sophia de Mello Breyner Andresen) invocam o dilema hamletiano à volta do seu nome: «Tobias, or not Tobias? That is the question.»
sábado, 11 de novembro de 2017
Maria Natura
quinta-feira, 9 de novembro de 2017
Proibida a Legionella
Eu sei que a missão jurada do António Costa é desfazer todas as benfeitorias do governo de Pedro Passos Coelho (PPC)...
... mas escusava de ter extendido tal sanha ao ponto de mandar retirar estes sinais que, a bom tempo, PPC mandou afixar por todo o país...
Não se faz!
sábado, 10 de junho de 2017
I Farol Bike Tour
Logótipo (para ser estampado em t-shirts) do I Farol Bike Tour, uma volta em bicicleta pelos faróis da costa continental portuguesa, entre Caminha e Vila Real de Santo António. Evento organizado por um amigo e realizado por ele e por mais alguns efectivos da Divisão de Faróis da Autoridade Marítima Nacional.
domingo, 7 de maio de 2017
domingo, 30 de abril de 2017
Brasão de Dom Ventoinha II, «O Cem Carraças», Conde de Toleima
O mote em latim significa «A galinha que se foda».
(É uma história muito longa antiga, e não me apetece contá-la...)
quarta-feira, 22 de março de 2017
terça-feira, 21 de março de 2017
Logótipo de alojamento «Era Uma Vez apartment»
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017
terça-feira, 6 de dezembro de 2016
Viver para continuar a lutar
Foi com muito orgulho que criei o logótipo da “Yekîneyên Bijîşkî Taktîkî” (YBT), ou Unidade Médica Táctica, a unidade das milícias YPG/YPJ criada pelo voluntário britânico Macer Gifford com o fim de prestar assistência médica em combate.
As cores das três diagonais da “estrela médica” são as da bandeira do Curdistão sírio (ou Rojava), enquanto a estrela de cinco pontas vermelha do olho da serpente de Asclépio invoca a pertença da YBT às milícias YPG/YPJ.
Podem manter-se ao corrente das actividades da YBT seguindo a sua página no Facebook.
segunda-feira, 29 de agosto de 2016
Brasão Dom Gustavo Rodolfo de Quico, Marquês d'Orina
Explicação:
O Quico (como é habitualmente chamado) tem o péssimo hábito de marcar o seu território por toda a casa — o que lhe mereceu o título nobiliárquico.
O cão alado representa o quão rápido é este pequeno e desengonçado cão.
As duas fénix evocam as duas ocasiões em que o Quico quase morreu.
A sereia representa o seu hábito algo cómico de uivar.
A vieira é mais uma referência à tendência do Quico para... “baptizar” tudo... B(
sábado, 27 de agosto de 2016
Brasão do Conde Dom Orlando de Grasse
Explicação:
O meu gato Orlando foi encontrado numa rua com o nome da cidade francesa de Grasse. O 1.º e o 4.º quadrantes apresentam o brasão dessa cidade (cordeiro branco com estandarte com cruz vermelha, tudo sobre fundo azul).
Confesso que não tenho o hábito de verificar a genitália animal; para mais, o Orlando era bastante peludo; e eis como, baseado unicamente no suposto “aspecto feminino” do gato (sim, foi assim científico o meu método), eu me convenci de que o Orlando — que ainda não se chamava assim — era uma fêmea... e lhe dei o nome de Violeta (por causa da personagem principal da ópera “La Traviata”). O escudete central representa esse episódio.
Mais tarde a verdade veio ao de cima; uma “mudança de sexo” foi considerada necessária e, apropriadamente, a Violeta tornou-se o Orlando, referência ao romance epónimo de Virginia Woolf. O 2.º e o 3.º quadrantes apresentam a fusão entre um leão, um símbolo heráldico masculino, e uma pantera (uma criatura mitológica, que não deverá ser confundida com o felino do mesmo nome), considerada um símbolo feminino.
(Sim, em heráldica, um símbolo do género feminino é um animal inexistente. Saiba-se lá porquê.)
quinta-feira, 25 de agosto de 2016
Brasão de Dom Nilo Trancaquelhas, Duque de Plimmyra
Explicação:
As linhas onduladas brancas e azuis representam o rio Nilo e os seus principais tributários, Nilo Branco e Nilo Azul. O canídeo é o deus egípcio Anúbis.
A cabeça de cervídeo representa, em heráldica, «aquele que não luta excepto quando provocado» (como é o caso), bem como a paixão do Nilo por perseguir corços nas montanhas à volta da sua casa.
As duas lanças representam honra e dedicação à sua dona (a sua donzela).
O nome de família (Trancaquelhas) deve-se ao irritante hábito de o Nilo caminhar sempre mesmo (10 cm) à frente dos donos, atrapalhando o seu avanço.
O mote (francês, «Por minha causa, o dilúvio» e o título nobiliárquico (grego plimmýra = cheia) é uma referência à tendência do Nilo (tal como o rio epónimo) para... inundar tudo. B(
terça-feira, 23 de agosto de 2016
segunda-feira, 22 de agosto de 2016
Brasão do Reverendo Bonifácio da Maia, capelão da Ordem dos Advogatos
Explicação:
Bonifácio deve o seu nome ao gato de Afonso da Maia, uma das personagens principais do romance “Os Maias”, de Eça de Queirós. A águia de ouro gotejada sobre um campo vermelho é o brasão da família Maia.
Durante a sua juventude, o Bonifácio era bastante selvagem, aterrorizando outros gatos, o que lhe valeu a alcunha de “Átila, o Flagelo de Deus” ("Attila, Flagellum Dei" em latim).
O Bonifácio foi adoptado por uma família de advogados e vivia* no escritório deles. Em pouco tempo, ele tornar-se-ia um famoso advogato.
Mais tarde na sua vida, o Bonifácio acalmou, encontrou Deus e tornou-se padre católico, especializado em direito catnónico (professor catedrático na Universidade Católica) e foi feito capelão da Ordem dos Adogatos.
* Post-scriptum: O Bonifácio morreu a 22 de Abril de 2017. :(
sexta-feira, 19 de agosto de 2016
Brasão de Sua Majestade Imperial, Napoleão Bonaparte, “A Trombeta do Apocalipse”
Explicação:
O título imperial creio ser evidente...
O cognome e as trombetas (3, por simplicidade) são motivadas por quão alto e desesperantemente o Napoleão mia, como se não houvesse amanhã. B/
Em chefe (parte superior do escudo) podem ver-se versões miniaturais de 3 brasões, representando os 3 nomes de família do dono do Napoleão — porque para o Napoleão o seu dono está acima de todas as coisas! :)
quinta-feira, 4 de agosto de 2016
Brasão de Dona Bolinha Pêlo-de-Farinha, Viscondessa de Lagarteira
Explicação:
A gata representada no brasão é a própria Bolinha, que recebeu este nome devido ao círculo negro que tem no flanco direito.
Os lagartos, o seu título nobiliárquico e o mote são referências às suas preferências venatórias. (O mote em latim traduz-se como «Não mais lagartos».)
A pirâmide com o olho é tanto uma referência à sua sabedoria como ao facto de os seus olhos terem cores diferentes.
quinta-feira, 28 de julho de 2016
Brasão de Dom Baltazar Sete-Sóis da Cruz Verde, “O Barão Trepador”
Heráldica de homenagem ao Baltazar, falecido a 20 de Novembro de 2015. :'(
Texto escrito a 20 de Novembro de 2016:
1 ANO SEM BALTAZAR
Faz hoje precisamente um ano que o Baltazar morreu.
O Baltazar era um gato especial.
Surgiu, como uma aparição, no cimo de uma alta árvore num dia de inverno, que só por esse facto foi um dia bonito: foi um raiinho de sol trazido por quem logo receberia o nome de Baltazar Sete-Sóis.
Resgatado pelos valorosos membros da corporação de bombeiros da Cruz Verde, aninhou-se no colo da sua Blimunda e foi um amor para a vida.
Corajoso, nem a traumática reclusão na copa do grande cipreste quando ainda bebé lhe retirou o gosto pelas alturas, e era vê-lo a explorar os telhados das casas vizinhas, o que lhe valeu o cognome de Barão Trepador.
Valente, a quase diafanidade do seu corpo (nunca pesou mais de dois quilos e meio) não o impediu de impor o respeito — quando não o pavor — em cães com dez vezes o seu tamanho. Era o déspota esclarecido que, diligente, impunha o silêncio à canzoada irrequieta ou briguenta.E eis que, num triste dia de novembro, a dois meses e meio de completar onze anos nas nossas vidas, o Barão Trepador se transmutou em Cavaleiro Inexistente.
Descansa à sombra de uma ramada, bem perto da sua Dama.O Baltazar não era meu, mas eu gostava dele como se fosse. Era, de certa maneira, o meu gato preferido (o Orlando que me perdoe). Por essa razão, no verão passado, num momento de especial saudade, resolvi fazer o merecido brasão de D. Baltazar Sete-Sóis da Cruz Verde, o Barão Trepador.









































