Um gajo sem qualquer formação em design e que nem sequer sabe desenhar comenta o mundo através de gráficos, cartazes e afins...
domingo, 7 de maio de 2017
domingo, 30 de abril de 2017
Brasão de Dom Ventoinha II, «O Cem Carraças», Conde de Toleima
O mote em latim significa «A galinha que se foda».
(É uma história muito longa antiga, e não me apetece contá-la...)
quarta-feira, 22 de março de 2017
terça-feira, 21 de março de 2017
Logótipo de alojamento «Era Uma Vez apartment»
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017
terça-feira, 6 de dezembro de 2016
Viver para continuar a lutar
Foi com muito orgulho que criei o logótipo da “Yekîneyên Bijîşkî Taktîkî” (YBT), ou Unidade Médica Táctica, a unidade das milícias YPG/YPJ criada pelo voluntário britânico Macer Gifford com o fim de prestar assistência médica em combate.
As cores das três diagonais da “estrela médica” são as da bandeira do Curdistão sírio (ou Rojava), enquanto a estrela de cinco pontas vermelha do olho da serpente de Asclépio invoca a pertença da YBT às milícias YPG/YPJ.
Podem manter-se ao corrente das actividades da YBT seguindo a sua página no Facebook.
segunda-feira, 29 de agosto de 2016
Brasão Dom Gustavo Rodolfo de Quico, Marquês d'Orina
Explicação:
O Quico (como é habitualmente chamado) tem o péssimo hábito de marcar o seu território por toda a casa — o que lhe mereceu o título nobiliárquico.
O cão alado representa o quão rápido é este pequeno e desengonçado cão.
As duas fénix evocam as duas ocasiões em que o Quico quase morreu.
A sereia representa o seu hábito algo cómico de uivar.
A vieira é mais uma referência à tendência do Quico para... “baptizar” tudo... B(
sábado, 27 de agosto de 2016
Brasão do Conde Dom Orlando de Grasse
Explicação:
O meu gato Orlando foi encontrado numa rua com o nome da cidade francesa de Grasse. O 1.º e o 4.º quadrantes apresentam o brasão dessa cidade (cordeiro branco com estandarte com cruz vermelha, tudo sobre fundo azul).
Confesso que não tenho o hábito de verificar a genitália animal; para mais, o Orlando era bastante peludo; e eis como, baseado unicamente no suposto “aspecto feminino” do gato (sim, foi assim científico o meu método), eu me convenci de que o Orlando — que ainda não se chamava assim — era uma fêmea... e lhe dei o nome de Violeta (por causa da personagem principal da ópera “La Traviata”). O escudete central representa esse episódio.
Mais tarde a verdade veio ao de cima; uma “mudança de sexo” foi considerada necessária e, apropriadamente, a Violeta tornou-se o Orlando, referência ao romance epónimo de Virginia Woolf. O 2.º e o 3.º quadrantes apresentam a fusão entre um leão, um símbolo heráldico masculino, e uma pantera (uma criatura mitológica, que não deverá ser confundida com o felino do mesmo nome), considerada um símbolo feminino.
(Sim, em heráldica, um símbolo do género feminino é um animal inexistente. Saiba-se lá porquê.)
quinta-feira, 25 de agosto de 2016
Brasão de Dom Nilo Trancaquelhas, Duque de Plimmyra
Explicação:
As linhas onduladas brancas e azuis representam o rio Nilo e os seus principais tributários, Nilo Branco e Nilo Azul. O canídeo é o deus egípcio Anúbis.
A cabeça de cervídeo representa, em heráldica, «aquele que não luta excepto quando provocado» (como é o caso), bem como a paixão do Nilo por perseguir corços nas montanhas à volta da sua casa.
As duas lanças representam honra e dedicação à sua dona (a sua donzela).
O nome de família (Trancaquelhas) deve-se ao irritante hábito de o Nilo caminhar sempre mesmo (10 cm) à frente dos donos, atrapalhando o seu avanço.
O mote (francês, «Por minha causa, o dilúvio» e o título nobiliárquico (grego plimmýra = cheia) é uma referência à tendência do Nilo (tal como o rio epónimo) para... inundar tudo. B(
terça-feira, 23 de agosto de 2016
segunda-feira, 22 de agosto de 2016
Brasão do Reverendo Bonifácio da Maia, capelão da Ordem dos Advogatos
Explicação:
Bonifácio deve o seu nome ao gato de Afonso da Maia, uma das personagens principais do romance “Os Maias”, de Eça de Queirós. A águia de ouro gotejada sobre um campo vermelho é o brasão da família Maia.
Durante a sua juventude, o Bonifácio era bastante selvagem, aterrorizando outros gatos, o que lhe valeu a alcunha de “Átila, o Flagelo de Deus” ("Attila, Flagellum Dei" em latim).
O Bonifácio foi adoptado por uma família de advogados e vivia* no escritório deles. Em pouco tempo, ele tornar-se-ia um famoso advogato.
Mais tarde na sua vida, o Bonifácio acalmou, encontrou Deus e tornou-se padre católico, especializado em direito catnónico (professor catedrático na Universidade Católica) e foi feito capelão da Ordem dos Adogatos.
* Post-scriptum: O Bonifácio morreu a 22 de Abril de 2017. :(
sexta-feira, 19 de agosto de 2016
Brasão de Sua Majestade Imperial, Napoleão Bonaparte, “A Trombeta do Apocalipse”
Explicação:
O título imperial creio ser evidente...
O cognome e as trombetas (3, por simplicidade) são motivadas por quão alto e desesperantemente o Napoleão mia, como se não houvesse amanhã. B/
Em chefe (parte superior do escudo) podem ver-se versões miniaturais de 3 brasões, representando os 3 nomes de família do dono do Napoleão — porque para o Napoleão o seu dono está acima de todas as coisas! :)
quinta-feira, 4 de agosto de 2016
Brasão de Dona Bolinha Pêlo-de-Farinha, Viscondessa de Lagarteira
Explicação:
A gata representada no brasão é a própria Bolinha, que recebeu este nome devido ao círculo negro que tem no flanco direito.
Os lagartos, o seu título nobiliárquico e o mote são referências às suas preferências venatórias. (O mote em latim traduz-se como «Não mais lagartos».)
A pirâmide com o olho é tanto uma referência à sua sabedoria como ao facto de os seus olhos terem cores diferentes.
quinta-feira, 28 de julho de 2016
Brasão de Dom Baltazar Sete-Sóis da Cruz Verde, “O Barão Trepador”
Heráldica de homenagem ao Baltazar, falecido a 20 de Novembro de 2015. :'(
Texto escrito a 20 de Novembro de 2016:
1 ANO SEM BALTAZAR
Faz hoje precisamente um ano que o Baltazar morreu.
O Baltazar era um gato especial.
Surgiu, como uma aparição, no cimo de uma alta árvore num dia de inverno, que só por esse facto foi um dia bonito: foi um raiinho de sol trazido por quem logo receberia o nome de Baltazar Sete-Sóis.
Resgatado pelos valorosos membros da corporação de bombeiros da Cruz Verde, aninhou-se no colo da sua Blimunda e foi um amor para a vida.
Corajoso, nem a traumática reclusão na copa do grande cipreste quando ainda bebé lhe retirou o gosto pelas alturas, e era vê-lo a explorar os telhados das casas vizinhas, o que lhe valeu o cognome de Barão Trepador.
Valente, a quase diafanidade do seu corpo (nunca pesou mais de dois quilos e meio) não o impediu de impor o respeito — quando não o pavor — em cães com dez vezes o seu tamanho. Era o déspota esclarecido que, diligente, impunha o silêncio à canzoada irrequieta ou briguenta.E eis que, num triste dia de novembro, a dois meses e meio de completar onze anos nas nossas vidas, o Barão Trepador se transmutou em Cavaleiro Inexistente.
Descansa à sombra de uma ramada, bem perto da sua Dama.O Baltazar não era meu, mas eu gostava dele como se fosse. Era, de certa maneira, o meu gato preferido (o Orlando que me perdoe). Por essa razão, no verão passado, num momento de especial saudade, resolvi fazer o merecido brasão de D. Baltazar Sete-Sóis da Cruz Verde, o Barão Trepador.
sábado, 16 de julho de 2016
quarta-feira, 15 de junho de 2016
Duas propostas de bandeira para os gayhadistas
A propósito do ataque terrorista ao bar gay de Orlando:
GAYHADIST
- A self-hating gay Muslim who joins the Jihad “to act manly”.
- A Muslim man who got dumped at a gay bar, takes his revenge, and then invokes the Jihad to pretend he had transcendental motives.
- A Muslim man who joins the Jihad just for the “male bonding”;
Muslim version of Y.M.C.A. hookup. - A “50% jihadi”: when he says “Fuck the West!” he only actually means the male half.
quinta-feira, 3 de março de 2016
sábado, 27 de fevereiro de 2016
domingo, 15 de novembro de 2015
terça-feira, 27 de outubro de 2015
Logótipo do alojamento «Montes e Vales no Centro»
quinta-feira, 15 de outubro de 2015
Logótipo do alojamento «Vila Real Loft 360º»
A minha primeira criação com fins comerciais: o logótipo do «Vila Real Loft 360º», um Alojamento Local que ajudei a criar.
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015
Lutando contra o pseudo-Califado
Como forma de apoiar a luta contra os terroristas do Daish, criei para a Wikipédia bandeiras e insígnias de grupos armados que se lhe opõem.
A primeira bandeira, das milícias YPG, não foi criada originalmente por mim. Eu apenas dei um “jeitinho”, para ficar mais condizente com as bandeiras que se vêem nos vídeos do YouTube.
A partir da bandeira das YPG, criei a das YPJ, a sua versão exclusivamente feminina.
(As unidades YPG são mistas, mas maioritariamente masculinas; onde há mulheres para criar uma unidade autónoma, em geral esta fica afecta às YPJ. Na prática, a separação entre YPG e YPJ só ocorre nos campos de treino; na linha da frente, geralmente combatem lado a lado, com uma estrutura de comando partilhada.)
As YPG e as YPJ são o braço armado do PYD, partido curdo da Síria, alinhado com o PKK dos curdos da Turquia. (Segundo a Turquia, o PYD não é mais do que o PKK disfarçado com um bigode postiço sírio...)
Com base na mesma bandeira, criei também a bandeira da HPG, braço armado do já referido PKK.
(Em todos os casos anteriores, é habitual, em especial para quem está de fora, a confusão entre as organizações paramilitares — YPG/YPJ e HPG — e os partidos políticos a que elas estão afectas — PYD e PKK. Em termos formais são coisas diferentes, tendo símbolos diferentes. Ao nível das bandeiras, há uma confusão adicional: bandeira do partido independentista/autonomista curdo vs. bandeira que propõem para o Curdistão por que lutam, seja ele um país independente ou uma região autónoma.)
Finalmente (até agora), criei, a partir da fotografia de uma insígnia bordada, a versão digital do símbolo das YBŞ, milícias da minoria religiosa yazidi no Iraque. (Apesar de serem iraquianas, estas milícias foram criadas e são treinadas sob os auspícios das organizações paramilitares curdas da Turquia e da Síria, HPG e YPG.)
Existem outros grupos paramilitares na região que também combatem os cabrões do Daish, mas a inclusão de caracteres árabes e/ou siríacos nos seus símbolos dificulta a sua reprodução correcta sem erros ortográficos, razão pela qual ainda não arrisquei a criação de uma bandeira ou insígnia...
sexta-feira, 30 de janeiro de 2015
Há um só Deus* — e é medricas
Uma confissão:
O projecto desta t-shirt foi criado no Verão passado, quando chegaram as primeiras notícias de que os terroristas do Daish (também conhecidos como ISIS, entre outras designações para a mesma estupidez e barbárie) andavam a destruir tesouros arqueológicos na Síria e no Iraque.
A verdade é que, uma vez pronta, hesitei em publicá-la. Tinha especiais dúvidas quanto a manter ou não a inscrição em árabe. (Para os curiosos, trata-se de uma inversão de sentido do tradicional takbir.) Manietava-me um receio algo difuso de ordem física, bem como a possibilidade de ofender alguns amigos que, não me conhecendo assim tão bem e tendo a desvantagem adicional da diferença cultural, podiam sentir-se visados por algo que, na minha perspectiva, não lhes era dirigido (ou eu não seria amigo deles).
A hesitação durou alguns dias. Foi o suficiente para que as notícias mudassem: à destruição de estatuária assíria seguiram-se execuções em massa, decapitações, crucificações, sequestro de escravas sexuais... Perante isso tudo, o meu «Booh!» pareceu-me deslocado no tempo e no tom: a t-shirt manteve-se fechada na sua gaveta digital.
Uma característica dos seres adaptáveis é que se habituam às novas circunstâncias. Meio ano depois, não é que a barbárie do pseudo-Califado se tenha tornado aceitável, mas tornou-se certamente parte da paisagem política do nosso tempo: é algo com que contamos. Somando a essa infeliz ausência de estupefacção as renovadas notícias de crimes contra o património histórico da Humanidade (dinamitação das muralhas de Nínive), e tendo presente a manifesta necessidade de sermos um pouco mais Charlie, faço finalmente hoje o que devia ter feito no Verão passado.
* (Ouvi uns boatos...)
terça-feira, 27 de janeiro de 2015
sexta-feira, 23 de janeiro de 2015
Portugal LGBT
Bandeira da comunidade LGBT portuguesa.
Criada para a Wikipédia, com base na bandeira vista numa manifestação LGBT.
terça-feira, 4 de novembro de 2014
segunda-feira, 27 de outubro de 2014
quinta-feira, 18 de setembro de 2014
terça-feira, 9 de setembro de 2014
quarta-feira, 6 de agosto de 2014
Um preconceito demasiado familiar
Motivado pela reacção às mortes provocadas por Israel face à reacção às mortes provocadas por outros. Esta infografia era acompanhada de um artigo de opinião que a contextualizava.
domingo, 13 de julho de 2014
quinta-feira, 29 de maio de 2014
Pareidolia
Até à década de 1830, Constância chamava-se PUNHETE. Essa informação dá toda uma nova interpretação ao mapa de freguesias deste município. 😛
100% verdadeiro: certamente por influência subliminar, por uma fracção de segundo, no canto superior esquerdo li «Vila Nova da Braguilha» 😃
segunda-feira, 17 de março de 2014
sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014
quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014
quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014
terça-feira, 11 de fevereiro de 2014
de[s]amor: countdown para o Dia de São Valentim (3)
Neste tempo, em que a aproximação do Dia de São Valentim nos submerge numa maré “fofinha” de ursos de peluche, corações gigantes de veludo e postais (reais ou virtuais) com mensagens lamechas, urge variar um pouco.
Ora, o que há de menos romântico (no sentido vernacular) e “fofinho” do que a Economia? Exactamente: nada.
Assim, o antídoto certo contra tanta lamechice insincera (amores eternos e infinitos, etc.), de pechisbeque, é a requintada linha, que agora lanço, de cartões postais produzidos com o profissionalismo dos analistas de uma prestigiada agência de rating. (Não estando dinheiro envolvido, a dita agência de rating abriu una excepção e disse apenas a verdade, em vez de tentar criar uma.)






























![ASSUNTO. s. m. Lubrificante anal. [Wackypedia: contributos para um léxico alternativo]](https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhJ6k-cfo_K4OARPVbfqkMh9ZNp1KSCqPm5qMmB04bYTnAkUcyzQMjnEblD-Tt7PshEZUmgo5vvwhk3w4nfQZS_k3f_T_yxnX0Xk4yedn_9GjwtbjsmSgY-kR42LrsBso4BU2YqXOKlDMMp/s1600/Sexo_Assunto_500.gif)
![AVIADOR. adj. m. Que fode umas atrás das outras, a eito. Don Juan, Casanova. [Wackypedia: contributos para um léxico alternativo]](https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiDT71pEbL2kmpoKoLsknjga64hehD3K_R9WuUio0smlxpAx4777ubnzKEzagjcnU_MX2u-ohPOkqrj6_kYu3YUP0bJb6Q4lZSPszZ72TLr0anoj9n6QdVTQNRw2W2Fhds-CtMX9wIJRyVA/s1600/Sexo_Aviador_500.gif)
![COPRODUTO. s. m. Intestino grosso e tracto rectal. [Wackypedia: contributos para um léxico alternativo]](https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhUmp4jfmymBhrfQzUvnSn7WmoH8XhEwfF7fOxD4A2AEuIHRsnxOa0jKgMYA-5QnbL0D4hRWZQFCHOR9meYntXHsylqlcX1fgqF6pKMv8eDKu1wx5fVXJtiZ912rg0UD7O8Po1b_Khm2mhC/s1600/Sa%C3%BAde_Coproduto_580.gif)









![INVENTÁRIO. s. m. Programa eleitoral. [Wackypedia: contributos para um léxico alternativo (política)]](https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgUeCNFcNXjuJ0VuLTg1ngsH5yV8mMsDIusgxE7JapkcZmVPWhyphenhyphenUg0N3EJV9BT6OvzmT8uo8_9jtrlqlJVO20nGDKe0ztVOvVNxr8yhbP7DD2dX5e_Mc3vEHpaQIy4uoOKlIczCh0QHcXrz/s1600/Pol%C3%ADtica_Invent%C3%A1rio_500.gif)
![INVENTÁRIO. s. m. Orçamento do Estado. [Wackypedia: contributos para um léxico alternativo (economia)]](https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgtZaXdgn9d2oksbN9BRPjVUzgO0jtQemFf27XtRQ8woIDrzAeAP2pxkJvXZ2Y3BcaaDtymaAXC5Itv4Mkjy9dE8860McoJ1LVVcPvtB1MTFxMqqjoHPFnwW_DZNuwk0_wFz4NsjCzFIsw6/s1600/Economia_Invent%C3%A1rio_500.gif)