Um gajo sem qualquer formação em design e que nem sequer sabe desenhar comenta o mundo através de gráficos, cartazes e afins...
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
quinta-feira, 10 de junho de 2010
terça-feira, 8 de junho de 2010
sexta-feira, 21 de maio de 2010
segunda-feira, 17 de maio de 2010
Eu vi o Cavaco engolir um sapo
Criada na noite em que Cavaco Silva anunciou que iria promulgar a lei que legalizava o casamento entre pessoas do mesmo sexo.
Da série a que chamei «T-shirts motivacionais»
quarta-feira, 12 de maio de 2010
Terceiro Segredo de Fátima: «Whatever you want, whatever you need»
(Para João Paulo II, o «3.º segredo de Fátima» era sobre o atentado que ele sofreu na Praça de São Pedro; para Bento XVI, afinal é sobre a pedofilia...)
Da série de t-shirts a que chamei «A fé é o que nos salva»
terça-feira, 11 de maio de 2010
O Sumo Pontífice dá-me azia
Farto de todo o circo beato-mediático à volta do Papa... B/
Da série de t-shirts a que chamei «A fé é o que nos salva»
Desencontro de Ratzinger e Nossa Senhora de Fátima
Estátua peregrina da Nossa Senhora de Fátima, de visita à Madeira, perde o voo de volta ao continente e atrasa-se no "encontro" com o Papa...
Da série de t-shirts a que chamei «A fé é o que nos salva»
segunda-feira, 10 de maio de 2010
Que alergia quando me disseram: «Vamos para a Casa do Senhor!»
(Em vésperas da chegada de Bento XVI a Portugal.)
Da série de t-shirts a que chamei «A fé é o que nos salva»
sábado, 8 de maio de 2010
In Excelsis Deo
Uma gama de desodorizantes com uma fragrância divinal!
Da série de t-shirts a que chamei «A fé é o que nos salva»
Malditos CTT
Descarregando a minha sempiterna frustração com a qualidade de serviço dos CTT...
Da série a que chamei «T-shirts motivacionais»
sexta-feira, 7 de maio de 2010
Nasci português: fui enganado
(Esta frase não é da minha autoria: ouvia-a há muitos anos ao realizador José Pedro Vasconcelos, mas creio que ele estava a citar um amigo, não me lembro quem.)
Da série a que chamei «T-shirts motivacionais»
Poortugal
A minha resposta à campanha do «Allgarve».
(A trocadilho com o Poortugal ocorreu a várias pessoas independentemente, creio.)
Da série a que chamei «T-shirts motivacionais»
segunda-feira, 22 de março de 2010
Foda, mas não foda a mata!
Vou frequentemente com amigos e cães passear, a pé ou de bicicleta, para as serras à volta de Vila Real (Marão, Alvão e Falperra). “Companheiro” comum desses passeios é o lixo que outros lá deixam — em quantidades que só visto se acredita!
Um dos nossos caminhos de eleição começa junto ao Alto de Espinho (Serra do Marão, na fronteira entre os distritos de Vila Real e do Porto) e à estrada que sobe para a Senhora da Serra. Ora, como não poderia deixar de ser, esse lugar é também um dos predilectos de uma cambada de porcos, concretamente a subespécie cujo atentado à natureza é subproduto do fornício. Dito por palavras mais simples: vão lá para foder e fazem questão de deixar provas no local!
Para terem uma ideia daquilo que estou a falar, aqui vai uma foto de um dos recantos do lugar.
Na foto a seguir vêem-se os sacos de lixo que enchemos numa tarde em que estávamos demasiado fartos de gramar com aquele espectáculo. (Só tínhamos dois sacos, pelo que só deu para apanhar qualquer coisa como metade do lixo que se vê na primeira foto.)
Eis, pois, a razão de termos apelidado o local de «Parque de Fodas do Alto de Espinho»
A certa altura alguém se lembrou do apelo: «Foda, mas não foda a mata!» Uns dias depois eu criava este cartaz, aventando a ideia de efectivamente produzi-lo e afixá-lo no local (o que nunca aconteceu).
Tendo eu divulgado este cartaz no Facebook, um amigo meu alertou para o facto de que em plena cidade de Vila Real, num belíssimo miradouro sobre o Rio Corgo, também havia um semelhante «parque de fodas»: surgiu então a versão urbana do cartaz, «Foda, mas não foda tudo à volta!», para o «Parque de Fodas da Meia Laranja».
A pedido de várias famílias, fiz ainda as versões genéricas (com o nome do parque em branco), para que todos as possamos personalizar (de acordo com o roteiro pitoresco da nossa região) e afixar nos locais apropriados.
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
Sindicato dos Agricultores do FarmVille
A minha proposta (injustamente derrotada) de um símbolo para o Sindicato dos Agricultores do FarmVille (Jan. 2010), do tempo em que eu estava viciado neste jogo.
Simbologia:
- Bode e Ovelha: produção pecuária
- Trigo: sementeiras (v. tb. 4)
- Árvore: produção frutícola
- Corda com nó: união e determinação de todos os agricultores do FarmVille (simbologia reforçada pela corda que une os pés individuais de trigo num único fardo)
- Enxadas e tesoura de poda: o trabalho da lavoura
- Mãos: dureza e nobreza desse trabalho
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
Praxe é carneirada
A minha reacção à teoria de que a Praxe «é uma forma de integração» (alguns vão ao ponto de deixar subentendido que é a única forma de integração na vida académica...) e à desculpa dos excessos com a «rebeldia» da juventude.
Quanto à primeira afirmação (a questão da integração): será — mas integração em quê? Numa estrutura hierárquica baseada, não no mérito, mas na antiguidade? Pior: onde o maior estatuto (Veterano) só é conseguido, necessariamente, pela reprovação (logo, pelo demérito)? Integração numa sociedade em que os de mais baixo estatuto, não só são humilhados, como não podem reagir à humilhação, apenas acatá-la? E onde a única desforra que existe é, não sobre aqueles que nos humilharam, mas sobre terceiros, os de mais baixo estatuto do que nós, que a seu tempo teremos oportunidade de humilhar? Se é a este tipo de integração que se referem, está tudo dito.
Quanto ao espírito «rebelde» subjacente à Praxe: é exactamente o contrário — reprodução acrítica de comportamentos. (De resto, como a maioria das tradições; a diferença é que poucas são tão estúpidas e com princípios e valores subjacentes tão baixos como os da Praxe.)
sábado, 20 de junho de 2009
Random Music, Inc.
Tudo começou com uma brincadeira no Facebook: arranjar o nome para a nossa (hipotética) futura banda de música, o título do nosso primeiro álbum e a respectiva capa por processos aleatórios:
INSTANTLY CREATE YOUR BAND/MUSIC PROJECT!!!
- Go to "wikipedia." Hit “random” or click http://en.wikipedia.org/wiki/Special:Random
The first random wikipedia article you get is the name of your band. - Go to "Random quotations" or click http://www.quotationspage.com/random.php3
The last four or five words of the very last quote of the page is the title of your first album. - Go to flickr and click on “explore the last seven days” or click http://www.flickr.com/explore/interesting/7days
Third picture, no matter what it is, will be your album cover. - Use Photoshop or similar to put it all together.
Experimentei e a brincadeira tornou-se viciante: em poucos dias criei duas dezenas de capas, 10 das quais guardei por gostar bastante delas. Inventei então um nome para a editora fictícia destes álbuns inexistentes: Random Music, Inc. (Descobri depois que existe mais do que uma empresa com esse nome...)
Apresento de seguida as capas da "minha" editora. Consegui relocalizar todas as citações e 7 dos 10 artigos que deram origem aos nomes das bandas. (Aparentemente, 3 dos artigos foram removidos da Wikipédia.) Quanto às fotos, não registei os nomes dos seus autores (nem sequer os nome originais dos ficheiros, que me permitissem alguma base de pesquisa), pelo que me é impossível dar aqui o devido crédito. :/
Agradece-se qualquer informação.
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Nome da banda: Amatrice
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Não se deve comprar um álbum pela capa, mas este foi daqueles que tive a certeza de querer no catálogo da minha "editora"! :D
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Nome da banda: Stöttwang
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A foto até parece feita de encomenda para o título do álbum, mas também foi tudo aleatório, à primeiríssima tentativa. (Há ocasiões de sorte.)
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Nome da banda: Cherhill
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O processo aleatório resultou numa foto porreira (mas não tão porreira como esta), mas não tinha resolução suficiente para as minhas necessidades
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Nome da banda: Chiltons
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O título do “álbum” era tão bom, que decidi flexibilizar um pouco as regras e permitir que o número de palavras ficasse no intervalo 3–6.
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Nome da banda: Detweiler
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Esta foi a segunda "capa" de CD que fiz (e a primeira que verdadeiramente me agradou). Antes tinha tido algumas tentativas com excelentes títulos, mas as fotos eram insatisfatórias. (Mais tarde, como já se viu, flexibilizei um pouco o processo, guardando os títulos e repetindo o processo aleatório apenas para as imagens.) |
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Nome da banda: Old New Year
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Tudo aleatório, à primeira tentativa.
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Nome da banda: Automated Truck Loading Systems
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Também totalmente aleatório. (Foi a terceira "capa" que fiz; ainda não tinha começado a prevaricar...) |
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Nome da banda: Long Load
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Parece que enfiar os dedos na tomada é a ignição da máquina do tempo... :D |
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Nome da banda: Beinn Spionnaidh
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Imagem à primeira tentativa. (Estiquei-a um pouco horizontalmente, por questão de proporções.)
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Nome da banda: Hyperfinite Type II Factor
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O meu primeiro impulso foi fazer batota com o nome da banda e ir para uma segunda tentativa, mas depois pensei que até era um nome porreiro, de uma forma geekish... :D
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sexta-feira, 14 de novembro de 2008
Fumar Constipa
Este sinal surgiu no âmbito da Espontânea, associação cultural e recreativa que entretanto suspendeu as suas actividades.
Desde o início da Espontânea (junho de 2006), foi sempre proibido fumar dentro das suas instalações, bar incluído.*
A única excepção a esta proibição era um pequeno pátio interior, descoberto excepto por um telheiro. Durante o inverno, ao frio e por vezes à chuva (o telheiro não dava para todos), as queixas surgiam mais frequentemente.
Até que alguém concluiu (não me lembro quem, mas não creio ter sido eu): Fumar constipa. Uns dias depois eu fazia este sinal, que foi devidamente produzido (à borla) na gráfica de dois sócios da associação e afixado no pátio exterior.
Passava a ser oficial, para que ninguém reclamasse que não tínhamos avisado...
* A lei proibindo o fumo em todos os espaços fechados de uso público que não cumpram certos requisitos só entraria em vigor em janeiro de 2008, sendo largamente desrespeitada...
terça-feira, 2 de maio de 2006
“Ciências” da Educação: uma proposta

Descrição:
Cortado, o primeiro de prata, pleno, em chefe; o segundo partido de azul, carregado de um chapéu de mago de prata, e de ouro, carregado de um ouroboros de vermelho. Por timbre, um livro aberto, de prata, com dois ómegas maiúsculos, de negro, inscritos nas suas páginas. Listel branco com o mote “MALGRÉ LA RÉALITÉ”, de negro.Simbologia:
O chapéu de mago representa a natureza de ciências ocultas das “Ciências” da Educação. O ouroboros, para além de reforçar a anterior simbologia mística, remete para a auto-justificação das teorias, que se alimentam de si mesmas, não se baseando na observação dos factos (vide mote). O chefe, vazio, simboliza os efectivos resultados das práticas pedagógicas defendidas. O duplo ómega do timbre afirma a Pedagogia romântica como um fim em si mesmo.(Publicado originalmente no blogue “Não tenho vida para isto”.)
terça-feira, 28 de junho de 2005
Leituras a Metro
(clique na imagem para ver maior)
Os dois mapas aqui apresentados foram publicados originalmente (a preto e branco) em junho de 2005, no n.º 13 da revista Periférica (defunta desde janeiro de 2006).
Este foi, creio, o meu primeiro trabalho de natureza gráfica, tendo contado com a ajuda inicial do Rui Ângelo Araújo (que, além do mais, foi o autor material da versão alternativa do logótipo do Metro de Lisboa).
A ideia para este mapa foi livremente inspirada por um outro, publicado pela revista The New Yorker. (Não se tratou de plágio, nem sequer de adaptação, pois esse outro mapa tinha um conceito bastante diferente — mas como a inspiração surgiu por essa via, aqui o reconheço.)
Com o evoluir da ideia, acabei por realizar duas versões do mapa, a segunda das quais está no fim deste post.
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Um percurso literário pelo Metro de Lisboa
Guia Prático do UtilizadorEm muitos Metros lê-se por todo o lado (no de Lisboa nem por isso). O de Madrid tem mesmo tradição de campanhas de promoção da leitura (a Administração do Metro de Lisboa desconhece o conceito). Resolvido a colmatar tal lacuna, sugiro aqui um roteiro literário/guia de leitura para toda a extensão da rede, incluindo obras em curso. As escolhas* foram ditadas pela existência de alguma relação — por vezes estranha — entre as linhas e estações (ou zonas envolventes) e os livros em causa. À parte, também a versão light (pluralismo oblige).
* Por vezes mais de uma por estação:
| Alameda: O homem que quis ser rei (Rudyard Kipling) Alfornelos: Toda a Terra (Ruy Belo) Alto dos Moinhos: Dom Quixote de La Mancha (Miguel de Cervantes) Alvalade: Muros (Júlio Machado Vaz); Os sete loucos (Roberto Arlt); Insânia (Hélia Correia) Amadora Este: A Leste do Paraíso (John Steinbeck) Ameixoeira: Oranges Are Not the Only Fruit (Jeanette Winterson) Anjos: O Anjo Ancorado (José Cardoso Pires) Areeiro: A Inaudita Guerra da Avenida Gago Coutinho (Mário de Carvalho) Arroios: As Inumeráveis Águas (Nuno Júdice) Avenida: Avenida Névski (Nikolai Gógol) Baixa-Chiado: A Cruz de Santo André (Camilo José Cela) & O Livro do Desassossego (Bernardo Soares) Bela Vista: Uma mancha na paisagem (Tom Sharpe) Cabo Ruivo: Passagem do Cabo (Maria Ondina Braga) Cais do Sodré: Três homens num barco (Jerome K. Jerome) Campo Grande: A Casa Verde (Mario Vargas Llosa) Campo Pequeno: Rol de Cornudos (Camilo José Cela); Fiesta (Ernest Hemingway) Carnide: Enciclopédia dos Mortos (Danilo Kiš) Chelas: A Colmeia (Camilo José Cela) Cidade Universitária: O Livro do Riso e do Esquecimento (Milan Kundera) Colégio Militar/Luz: Pantaleão e as Visitadoras & Conversa na Catedral (Mario Vargas Llosa) Entre Campos: A Feira dos Assombrados (José Eduardo Agualusa) Intendente: Memória das minhas putas tristes (Gabriel García Márquez) Jardim Zoológico: Bichos (Miguel Torga); O triunfo dos porcos (George Orwell); Más de cien bestias atrapadas en un punto (Salvador Gutiérrez Solís) Laranjeiras: A Laranja Mecânica (Anthony Burgess) Lumiar: Céu em Fogo (Mário de Sá-Carneiro) Marquês do Pombal: Sebastião José (Agustina Bessa-Luís) Martim Moniz: História do Cerco de Lisboa (José Saramago) |
Odivelas: Contos do Extremo Norte (Jack London) Olaias: A Guerra das Laranjas (António Ventura) Olivais: África Minha (Karen Blixen) Oriente: Contos Orientais (Marguerite Yourcenar) Parque: Eu que Servi o Rei de Inglaterra (Bohumil Hrabal) Picoas: Os Filhos da Droga (Christiane F.) Pontinha: Pisar o Risco (Salman Rushdie); Lulu on the Bridge (Paul Auster) Praça de Espanha: O Senhor Embaixador (Erico Veríssimo); The Catcher in the Rye (J. D. Salinger); Praças e Quintais (Rui Pires Cabral) Quinta das Conchas: O Búzio de Cós e outros poemas (Sophia de Mello Breyner Andresen); O Estrangeiro (Albert Camus) Rato: Of Mice and Men (John Steinbeck) Restauradores: Os Dragões do Éden (Carl Sagan); Comboios Rigorosamente Vigiados (Bohumil Hrabal) Roma: A Cidade Queimada (Mário Cesariny) Rossio: O Visconde Cortado ao Meio (Italo Calvino) Saldanha: O Sr. Ministro (Camilo Castelo Branco) Santa Apolónia: Trainspotting (Irvine Welsh); O homem que via passar comboios (Georges Simenon) São Sebastião: Eu hei-de amar uma pedra (António Lobo Antunes) Senhor Roubado: Ruba’iyat (Omar Khayam) Telheiras: A Cabana do Pai Tomás (Harriet Beecher-Stowe); Abrigos (António Pinto Ribeiro) Terreiro do Paço: Manhã Submersa (Vergílio Ferreira) linha Azul: Ave-do-Arremedo (Walter Tevis) linha Amarela: A Orelha de Van Gogh (Moacyr Scliar) linha Verde: História Trágico-Marítima (Bernardo Gomes de Brito) linha Vermelha: Crime no Expresso do Oriente (Agatha Christie) |
Um percurso literário pelo Metro de Lisboa (versão light)
Como seria se o Metro de Lisboa fosse um metropolitano ligeiro de superfície.** Superficial, portanto.
(clique na imagem para ver maior)







































