Houve um grave mal-entendido entre nós.
No dia em que nos conhecemos.
Um gajo sem qualquer formação em design e que nem sequer sabe desenhar comenta o mundo através de gráficos, cartazes e afins...
Logótipo (para ser estampado em t-shirts e num “passaporte”) da I Farol Bike Tour, uma volta em bicicleta pelos faróis da costa continental portuguesa, entre Caminha e Vila Real de Santo António. Evento organizado por um amigo e realizado por ele e por mais alguns efectivos da Divisão de Faróis da Autoridade Marítima Nacional.
Algumas fotos do evento:
Fonte: Pedro Aires @pedroairescom
Explicação:
Explicação:
O Tobias — como é habitualmente chamado — é o gato que ocupou o lugar deixado vago pelo falecido Bonifácio. As duas balanças reflectem a sua pertença àquela família de advogados, bem como o facto de ele ser o segundo gato do escritório.
Ele é bastante tímido e furtivo: quando não o estão a ver, ele está ali, algures. O gato amarelo parcialmente escondido pelas barras pretas representa isso.
O Rodolfo Tobias Manuelzinho obteve os seus três nomes através de uma típica decisão salomónica: cada nome foi independentemente sugerido por diferentes pessoas, sendo a discussão resultante resolvida atribuindo-lhe todos os três nomes... O leão azul e os corações (copiados do brasão de armas da Dinamarca) e o seu título nobiliárquico (inspirado no livro homónimo de Sophia de Mello Breyner Andresen) invocam o dilema hamletiano à volta do seu nome: «Tobias, or not Tobias? That is the question.»
Eu sei que a missão jurada do António Costa é desfazer todas as benfeitorias do governo de Pedro Passos Coelho (PPC)...
... mas escusava de ter extendido tal sanha ao ponto de mandar retirar estes sinais que, a bom tempo, PPC mandou afixar por todo o país...
Não se faz!
Logótipo (para ser estampado em t-shirts) da I Farol Bike Tour, uma volta em bicicleta pelos faróis da costa continental portuguesa, entre Caminha e Vila Real de Santo António. Evento organizado por um amigo e realizado por ele e por mais alguns efectivos da Divisão de Faróis da Autoridade Marítima Nacional.
Foi com muito orgulho que criei o logótipo da “Yekîneyên Bijîşkî Taktîkî” (YBT), ou Unidade Médica Táctica, a unidade das milícias YPG/YPJ criada pelo voluntário britânico Macer Gifford com o fim de prestar assistência médica em combate.
As cores das três diagonais da “estrela médica” são as da bandeira do Curdistão sírio (ou Rojava), enquanto a estrela de cinco pontas vermelha do olho da serpente de Asclépio invoca a pertença da YBT às milícias YPG/YPJ.
Podem manter-se ao corrente das actividades da YBT seguindo a sua página no Facebook.
Explicação:
O Quico (como é habitualmente chamado) tem o péssimo hábito de marcar o seu território por toda a casa — o que lhe mereceu o título nobiliárquico.
O cão alado representa o quão rápido é este pequeno e desengonçado cão.
As duas fénix evocam as duas ocasiões em que o Quico quase morreu.
A sereia representa o seu hábito algo cómico de uivar.
A vieira é mais uma referência à tendência do Quico para... “baptizar” tudo... B(
Explicação:
O meu gato Orlando foi encontrado numa rua com o nome da cidade francesa de Grasse. O 1.º e o 4.º quadrantes apresentam o brasão dessa cidade (cordeiro branco com estandarte com cruz vermelha, tudo sobre fundo azul).
Confesso que não tenho o hábito de verificar a genitália animal; para mais, o Orlando era bastante peludo; e eis como, baseado unicamente no suposto “aspecto feminino” do gato (sim, foi assim científico o meu método), eu me convenci de que o Orlando — que ainda não se chamava assim — era uma fêmea... e lhe dei o nome de Violeta (por causa da personagem principal da ópera “La Traviata”). O escudete central representa esse episódio.
Mais tarde a verdade veio ao de cima; uma “mudança de sexo” foi considerada necessária e, apropriadamente, a Violeta tornou-se o Orlando, referência ao romance epónimo de Virginia Woolf. O 2.º e o 3.º quadrantes apresentam a fusão entre um leão, um símbolo heráldico masculino, e uma pantera (uma criatura mitológica, que não deverá ser confundida com o felino do mesmo nome), considerada um símbolo feminino.
(Sim, em heráldica, um símbolo do género feminino é um animal inexistente. Saiba-se lá porquê.)