sábado, 9 de junho de 2018

II Farol Bike Tour

Logótipo (para ser estampado em t-shirts e num “passaporte”) da I Farol Bike Tour, uma volta em bicicleta pelos faróis da costa continental portuguesa, entre Caminha e Vila Real de Santo António. Evento organizado por um amigo e realizado por ele e por mais alguns efectivos da Divisão de Faróis da Autoridade Marítima Nacional.

Algumas fotos do evento:

Fonte: Pedro Aires @pedroairescom

quarta-feira, 25 de abril de 2018

Brasão de Dona Gigi Caetana Ludovina, Baronesa de Rapòtacho

Explicação:

  • 2.º e 3.º quadrantes: a Gigi é uma gata absolutamente adorável.
  • 1.º quadrante: quando a Gigi está por perto, o mundo é mais quente e luminoso.
  • 4.º quadrante: a Gigi a aprender a arte de passar ratecos a fio de espada... (A estrela representa a orientação da sua mestra, D. Bolinha Pêlo-de-Farinha.)
  • Mote: «Aqueço e Aprendo», referência ao 1.º e 4.º quadrantes.
  • Contra-chefe: a Gigi nasceu a 25 de Abril de 2017, aniversário da Revolução dos Cravos.
  • Título nobiliárquico: digamos que há já algum tempo que a Gigi não se enquadra nas medidas 86-60-86...

quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

Brasão de Dom Rodolfo Tobias Manuelzinho, Cavaleiro da Dinamarca

Explicação:

O Tobias — como é habitualmente chamado — é o gato que ocupou o lugar deixado vago pelo falecido Bonifácio. As duas balanças reflectem a sua pertença àquela família de advogados, bem como o facto de ele ser o segundo gato do escritório.

Ele é bastante tímido e furtivo: quando não o estão a ver, ele está ali, algures. O gato amarelo parcialmente escondido pelas barras pretas representa isso.

O Rodolfo Tobias Manuelzinho obteve os seus três nomes através de uma típica decisão salomónica: cada nome foi independentemente sugerido por diferentes pessoas, sendo a discussão resultante resolvida atribuindo-lhe todos os três nomes... O leão azul e os corações (copiados do brasão de armas da Dinamarca) e o seu título nobiliárquico (inspirado no livro homónimo de Sophia de Mello Breyner Andresen) invocam o dilema hamletiano à volta do seu nome: «Tobias, or not Tobias? That is the question.»

sábado, 11 de novembro de 2017

Maria Natura

Logótipo criado para o projecto fotográfico de uma amiga. Podem acompanhá-lo através do Facebook, do Instagram e do blogue.

quinta-feira, 9 de novembro de 2017

Proibida a Legionella

Eu sei que a missão jurada do António Costa é desfazer todas as benfeitorias do governo de Pedro Passos Coelho (PPC)...

... mas escusava de ter extendido tal sanha ao ponto de mandar retirar estes sinais que, a bom tempo, PPC mandou afixar por todo o país...

Não se faz!

sábado, 10 de junho de 2017

I Farol Bike Tour

Logótipo (para ser estampado em t-shirts) da I Farol Bike Tour, uma volta em bicicleta pelos faróis da costa continental portuguesa, entre Caminha e Vila Real de Santo António. Evento organizado por um amigo e realizado por ele e por mais alguns efectivos da Divisão de Faróis da Autoridade Marítima Nacional.

terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Viver para continuar a lutar

Foi com muito orgulho que criei o logótipo da “Yekîneyên Bijîşkî Taktîkî” (YBT), ou Unidade Médica Táctica, a unidade das milícias YPG/YPJ criada pelo voluntário britânico Macer Gifford com o fim de prestar assistência médica em combate.

As cores das três diagonais da “estrela médica” são as da bandeira do Curdistão sírio (ou Rojava), enquanto a estrela de cinco pontas vermelha do olho da serpente de Asclépio invoca a pertença da YBT às milícias YPG/YPJ.

Podem manter-se ao corrente das actividades da YBT seguindo a sua página no Facebook.

YBT na frente de Raqqa

segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Brasão Dom Gustavo Rodolfo de Quico, Marquês d'Orina

Explicação:

O Quico (como é habitualmente chamado) tem o péssimo hábito de marcar o seu território por toda a casa — o que lhe mereceu o título nobiliárquico.

O cão alado representa o quão rápido é este pequeno e desengonçado cão.

As duas fénix evocam as duas ocasiões em que o Quico quase morreu.

A sereia representa o seu hábito algo cómico de uivar.

A vieira é mais uma referência à tendência do Quico para... “baptizar” tudo... B(

sábado, 27 de agosto de 2016

Brasão do Conde Dom Orlando de Grasse

Explicação:

O meu gato Orlando foi encontrado numa rua com o nome da cidade francesa de Grasse. O 1.º e o 4.º quadrantes apresentam o brasão dessa cidade (cordeiro branco com estandarte com cruz vermelha, tudo sobre fundo azul).

Confesso que não tenho o hábito de verificar a genitália animal; para mais, o Orlando era bastante peludo; e eis como, baseado unicamente no suposto “aspecto feminino” do gato (sim, foi assim científico o meu método), eu me convenci de que o Orlando — que ainda não se chamava assim — era uma fêmea... e lhe dei o nome de Violeta (por causa da personagem principal da ópera “La Traviata”). O escudete central representa esse episódio.

Mais tarde a verdade veio ao de cima; uma “mudança de sexo” foi considerada necessária e, apropriadamente, a Violeta tornou-se o Orlando, referência ao romance epónimo de Virginia Woolf. O 2.º e o 3.º quadrantes apresentam a fusão entre um leão, um símbolo heráldico masculino, e uma pantera (uma criatura mitológica, que não deverá ser confundida com o felino do mesmo nome), considerada um símbolo feminino.

(Sim, em heráldica, um símbolo do género feminino é um animal inexistente. Saiba-se lá porquê.)

quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Brasão de Dom Nilo Trancaquelhas, Duque de Plimmyra

Explicação:

As linhas onduladas brancas e azuis representam o rio Nilo e os seus principais tributários, Nilo Branco e Nilo Azul. O canídeo é o deus egípcio Anúbis.

A cabeça de cervídeo representa, em heráldica, «aquele que não luta excepto quando provocado» (como é o caso), bem como a paixão do Nilo por perseguir corços nas montanhas à volta da sua casa.

As duas lanças representam honra e dedicação à sua dona (a sua donzela).

O nome de família (Trancaquelhas) deve-se ao irritante hábito de o Nilo caminhar sempre mesmo (10 cm) à frente dos donos, atrapalhando o seu avanço.

O mote (francês, «Por minha causa, o dilúvio» e o título nobiliárquico (grego plimmýra = cheia) é uma referência à tendência do Nilo (tal como o rio epónimo) para... inundar tudo. B(

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Brasão do Reverendo Bonifácio da Maia, capelão da Ordem dos Advogatos

Explicação:

Bonifácio deve o seu nome ao gato de Afonso da Maia, uma das personagens principais do romance “Os Maias”, de Eça de Queirós. A águia de ouro gotejada sobre um campo vermelho é o brasão da família Maia.

Durante a sua juventude, o Bonifácio era bastante selvagem, aterrorizando outros gatos, o que lhe valeu a alcunha de “Átila, o Flagelo de Deus” ("Attila, Flagellum Dei" em latim).

O Bonifácio foi adoptado por uma família de advogados e vivia* no escritório deles. Em pouco tempo, ele tornar-se-ia um famoso advogato.

Mais tarde na sua vida, o Bonifácio acalmou, encontrou Deus e tornou-se padre católico, especializado em direito catnónico (professor catedrático na Universidade Católica) e foi feito capelão da Ordem dos Adogatos.

* Post-scriptum: O Bonifácio morreu a 22 de Abril de 2017. :(

sexta-feira, 19 de agosto de 2016

Brasão de Sua Majestade Imperial, Napoleão Bonaparte, “A Trombeta do Apocalipse”

Explicação:

O título imperial creio ser evidente...

O cognome e as trombetas (3, por simplicidade) são motivadas por quão alto e desesperantemente o Napoleão mia, como se não houvesse amanhã. B/

Em chefe (parte superior do escudo) podem ver-se versões miniaturais de 3 brasões, representando os 3 nomes de família do dono do Napoleão — porque para o Napoleão o seu dono está acima de todas as coisas! :)

quinta-feira, 4 de agosto de 2016

Brasão de Dona Bolinha Pêlo-de-Farinha, Viscondessa de Lagarteira

Explicação:

A gata representada no brasão é a própria Bolinha, que recebeu este nome devido ao círculo negro que tem no flanco direito.

Os lagartos, o seu título nobiliárquico e o mote são referências às suas preferências venatórias. (O mote em latim traduz-se como «Não mais lagartos».)

A pirâmide com o olho é tanto uma referência à sua sabedoria como ao facto de os seus olhos terem cores diferentes.

quinta-feira, 28 de julho de 2016

Brasão de Dom Baltazar Sete-Sóis da Cruz Verde, “O Barão Trepador”

Heráldica de homenagem ao Baltazar, falecido a 20 de Novembro de 2015. :'(

Texto escrito a 20 de Novembro de 2016:

1 ANO SEM BALTAZAR

Faz hoje precisamente um ano que o Baltazar morreu.

O Baltazar era um gato especial.
Surgiu, como uma aparição, no cimo de uma alta árvore num dia de inverno, que só por esse facto foi um dia bonito: foi um raiinho de sol trazido por quem logo receberia o nome de Baltazar Sete-Sóis.
Resgatado pelos valorosos membros da corporação de bombeiros da Cruz Verde, aninhou-se no colo da sua Blimunda e foi um amor para a vida.
Corajoso, nem a traumática reclusão na copa do grande cipreste quando ainda bebé lhe retirou o gosto pelas alturas, e era vê-lo a explorar os telhados das casas vizinhas, o que lhe valeu o cognome de Barão Trepador.
Valente, a quase diafanidade do seu corpo (nunca pesou mais de dois quilos e meio) não o impediu de impor o respeito — quando não o pavor — em cães com dez vezes o seu tamanho. Era o déspota esclarecido que, diligente, impunha o silêncio à canzoada irrequieta ou briguenta.

E eis que, num triste dia de novembro, a dois meses e meio de completar onze anos nas nossas vidas, o Barão Trepador se transmutou em Cavaleiro Inexistente.
Descansa à sombra de uma ramada, bem perto da sua Dama.

O Baltazar não era meu, mas eu gostava dele como se fosse. Era, de certa maneira, o meu gato preferido (o Orlando que me perdoe). Por essa razão, no verão passado, num momento de especial saudade, resolvi fazer o merecido brasão de D. Baltazar Sete-Sóis da Cruz Verde, o Barão Trepador.

quarta-feira, 15 de junho de 2016

Duas propostas de bandeira para os gayhadistas

A propósito do ataque terrorista ao bar gay de Orlando:

GAYHADIST

  1. A self-hating gay Muslim who joins the Jihad “to act manly”.
  2. A Muslim man who got dumped at a gay bar, takes his revenge, and then invokes the Jihad to pretend he had transcendental motives.
  3. A Muslim man who joins the Jihad just for the “male bonding”;
    Muslim version of Y.M.C.A. hookup.
  4. A “50% jihadi”: when he says “Fuck the West!” he only actually means the male half.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Lutando contra o pseudo-Califado

Como forma de apoiar a luta contra os terroristas do Daish, criei para a Wikipédia bandeiras e insígnias de grupos armados que se lhe opõem.

A primeira bandeira, das milícias YPG, não foi criada originalmente por mim. Eu apenas dei um “jeitinho”, para ficar mais condizente com as bandeiras que se vêem nos vídeos do YouTube.

A partir da bandeira das YPG, criei a das YPJ, a sua versão exclusivamente feminina.
(As unidades YPG são mistas, mas maioritariamente masculinas; onde há mulheres para criar uma unidade autónoma, em geral esta fica afecta às YPJ. Na prática, a separação entre YPG e YPJ só ocorre nos campos de treino; na linha da frente, geralmente combatem lado a lado, com uma estrutura de comando partilhada.)

As YPG e as YPJ são o braço armado do PYD, partido curdo da Síria, alinhado com o PKK dos curdos da Turquia. (Segundo a Turquia, o PYD não é mais do que o PKK disfarçado com um bigode postiço sírio...)

Com base na mesma bandeira, criei também a bandeira da HPG, braço armado do já referido PKK.

(Em todos os casos anteriores, é habitual, em especial para quem está de fora, a confusão entre as organizações paramilitares — YPG/YPJ e HPG — e os partidos políticos a que elas estão afectas — PYD e PKK. Em termos formais são coisas diferentes, tendo símbolos diferentes. Ao nível das bandeiras, há uma confusão adicional: bandeira do partido independentista/autonomista curdo vs. bandeira que propõem para o Curdistão por que lutam, seja ele um país independente ou uma região autónoma.)

Finalmente (até agora), criei, a partir da fotografia de uma insígnia bordada, a versão digital do símbolo das YBŞ, milícias da minoria religiosa yazidi no Iraque. (Apesar de serem iraquianas, estas milícias foram criadas e são treinadas sob os auspícios das organizações paramilitares curdas da Turquia e da Síria, HPG e YPG.)

Existem outros grupos paramilitares na região que também combatem os cabrões do Daish, mas a inclusão de caracteres árabes e/ou siríacos nos seus símbolos dificulta a sua reprodução correcta sem erros ortográficos, razão pela qual ainda não arrisquei a criação de uma bandeira ou insígnia...

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Deus tem alzheimer
(por isso alguns têm de lembrar-lhe constantemente quão grande ele é)

Há um só Deus* — e é medricas

BOOH! Scared you, did I, you shitty God? (God is small.)

Uma confissão:

O projecto desta t-shirt foi criado no Verão passado, quando chegaram as primeiras notícias de que os terroristas do Daish (também conhecidos como ISIS, entre outras designações para a mesma estupidez e barbárie) andavam a destruir tesouros arqueológicos na Síria e no Iraque.

A verdade é que, uma vez pronta, hesitei em publicá-la. Tinha especiais dúvidas quanto a manter ou não a inscrição em árabe. (Para os curiosos, trata-se de uma inversão de sentido do tradicional takbir.) Manietava-me um receio algo difuso de ordem física, bem como a possibilidade de ofender alguns amigos que, não me conhecendo assim tão bem e tendo a desvantagem adicional da diferença cultural, podiam sentir-se visados por algo que, na minha perspectiva, não lhes era dirigido (ou eu não seria amigo deles).

A hesitação durou alguns dias. Foi o suficiente para que as notícias mudassem: à destruição de estatuária assíria seguiram-se execuções em massa, decapitações, crucificações, sequestro de escravas sexuais... Perante isso tudo, o meu «Booh!» pareceu-me deslocado no tempo e no tom: a t-shirt manteve-se fechada na sua gaveta digital.

Uma característica dos seres adaptáveis é que se habituam às novas circunstâncias. Meio ano depois, não é que a barbárie do pseudo-Califado se tenha tornado aceitável, mas tornou-se certamente parte da paisagem política do nosso tempo: é algo com que contamos. Somando a essa infeliz ausência de estupefacção as renovadas notícias de crimes contra o património histórico da Humanidade (dinamitação das muralhas de Nínive), e tendo presente a manifesta necessidade de sermos um pouco mais Charlie, faço finalmente hoje o que devia ter feito no Verão passado.



* (Ouvi uns boatos...)

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Portugal LGBT

Bandeira da comunidade LGBT portuguesa.

Criada para a Wikipédia, com base na bandeira vista numa manifestação LGBT.

terça-feira, 4 de novembro de 2014