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quinta-feira, 13 de setembro de 2012

«Contra os CABRÕES, marchar, marchar!»

Vítor Gaspar, Pedro Passos Coelho, Miguel Relvas, Álvaro Santos Pereira
A grande mais-valia do nosso Hino é a sua versatilidade:
  • Em 1891, na sequência do Ultimato do Império Britânico, era «Contra os Bretões»
  • Em 1911, diplomacia oblige, passou a ser «Contra os Canhões» — e logo a História fez o favor de bater certo com a rima e inventou a Grande Guerra
  • Em 2012 é «Contra os dilectos membros do nosso Governo» (ou a versão métrica, rimática e tematicamente apropriada...)

domingo, 8 de janeiro de 2012

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Eu vi o Cavaco engolir um sapo

Eu vi o Cavaco engolir um sapo

Criada na noite em que Cavaco Silva anunciou que iria promulgar a lei que legalizava o casamento entre pessoas do mesmo sexo.

Da série a que chamei «T-shirts motivacionais»

terça-feira, 11 de maio de 2010

O Sumo Pontífice dá-me azia


Farto de todo o circo beato-mediático à volta do Papa... B/

Da série de t-shirts a que chamei «A fé é o que nos salva»

segunda-feira, 10 de maio de 2010

sábado, 8 de maio de 2010

Malditos CTT

Malditos CTT. Só isso. Não há segundo sentido, mensagem subliminar ou trocadilho. Não é mais do que suficiente?

Descarregando a minha sempiterna frustração com a qualidade de serviço dos CTT...

Da série a que chamei «T-shirts motivacionais»

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Nasci português: fui enganado

Nasci português: fui enganado

(Esta frase não é da minha autoria: ouvia-a há muitos anos ao realizador José Pedro Vasconcelos, mas creio que ele estava a citar um amigo, não me lembro quem.)

Da série a que chamei «T-shirts motivacionais»

Poortugal

Poortugal — no, we can't.

A minha resposta à campanha do «Allgarve».
(A trocadilho com o Poortugal ocorreu a várias pessoas independentemente, creio.)

Da série a que chamei «T-shirts motivacionais»

Estou a ver-me grego

Estou a ver-me grego

Será preciso dizer?... :/

Da série a que chamei «T-shirts motivacionais»

Malditos CTT, entregaram a cicuta na morada errada

Malditos CTT, entregaram a cicuta na morada errada

Também creio que está tudo dito...

Da série a que chamei «T-shirts motivacionais»

segunda-feira, 22 de março de 2010

Foda, mas não foda a mata!

Parque de Fodas do Alto de Espinho: FODA, MAS NÃO FODA A MATA! Leve consigo o lixo que produzir.


Vou frequentemente com amigos e cães passear, a pé ou de bicicleta, para as serras à volta de Vila Real (Marão, Alvão e Falperra). “Companheiro” comum desses passeios é o lixo que outros lá deixam — em quantidades que só visto se acredita!

Um dos nossos caminhos de eleição começa junto ao Alto de Espinho (Serra do Marão, na fronteira entre os distritos de Vila Real e do Porto) e à estrada que sobe para a Senhora da Serra. Ora, como não poderia deixar de ser, esse lugar é também um dos predilectos de uma cambada de porcos, concretamente a subespécie cujo atentado à natureza é subproduto do fornício. Dito por palavras mais simples: vão lá para foder e fazem questão de deixar provas no local!

Para terem uma ideia daquilo que estou a falar, aqui vai uma foto de um dos recantos do lugar.
Na foto a seguir vêem-se os sacos de lixo que enchemos numa tarde em que estávamos demasiado fartos de gramar com aquele espectáculo. (Só tínhamos dois sacos, pelo que só deu para apanhar qualquer coisa como metade do lixo que se vê na primeira foto.)

Eis, pois, a razão de termos apelidado o local de «Parque de Fodas do Alto de Espinho»

A certa altura alguém se lembrou do apelo: «Foda, mas não foda a mata!» Uns dias depois eu criava este cartaz, aventando a ideia de efectivamente produzi-lo e afixá-lo no local (o que nunca aconteceu).

Tendo eu divulgado este cartaz no Facebook, um amigo meu alertou para o facto de que em plena cidade de Vila Real, num belíssimo miradouro sobre o Rio Corgo, também havia um semelhante «parque de fodas»: surgiu então a versão urbana do cartaz, «Foda, mas não foda tudo à volta!», para o «Parque de Fodas da Meia Laranja».
Parque de Fodas da Meia Laranja: FODA, MAS NÃO FODA TUDO À VOLTA! Leve consigo o lixo que produzir.

A pedido de várias famílias, fiz ainda as versões genéricas (com o nome do parque em branco), para que todos as possamos personalizar (de acordo com o roteiro pitoresco da nossa região) e afixar nos locais apropriados.
placa genérica (mata) placa genérica (urbana)